Reconhecido oficialmente como patrimônio cultural brasileiro, o circo celebra uma conquista histórica — mas artistas e famílias circenses alertam: sem investimento, proteção social e políticas públicas permanentes, a lona segue resistindo sozinha nas estradas do país.
Incêndio que destruiu o Circo do Tiru em Natal e a queda de uma lona no Sul do país expõem a vulnerabilidade histórica das famílias circenses e reacendem o debate sobre políticas emergenciais para proteger artistas itinerantes diante de tragédias climáticas e acidentes.
Aprovação unânime da lei consolida conquista histórica do povo circense, fortalece políticas públicas culturais e projeta Juazeiro do Norte como referência nacional na valorização do circo, com destaque para a criação da futura Escola Municipal de Circo.
Publicação do Fazendo a Praça apresenta, em linguagem acessível e alinhada à sociolinguística das famílias circenses de lona, os principais direitos previstos na Lei Municipal do Circo de Juazeiro do Norte, fortalecendo a mobilização pela aprovação do projeto de autoria do vereador Damião Teles.
Entre memória e mobilização, o Dia do Circo de 2026 transforma celebração em luta política, reunindo artistas, pesquisadoras, donos de circos, educadores sociais circenses e gestores culturais de Juazeiro do Norte em defesa de direitos, reconhecimento cultural e da aprovação da Lei do Circo no município.
Sob a proteção de São José, o circo ergue suas lonas em oração, esperança e luta por dignidade nas estradas do Brasil.
Entre lonas, estradas e memórias, o Brasil reconhece oficialmente a arte circense como parte viva de sua identidade cultural.
Roda de leitura no Circo Escola Sangine Pequenos e Grandes reúne comunidade para refletir sobre memória, protagonismo feminino no circo e enfrentamento à violência contra as mulheres.
QUANDO UMA LONA TOMBA PELA FORÇA DA NATUREZA É SINAL QUE PRECISAMOS LUTAR POR JUSTIÇA CLIMÁTICA PARA O POVO DO CIRCO